Lei é insuficiente para um correto combate à especulação fundiária e para redução significativa nos preços dos terrenos de SP
Lei combate especulação, mas é limitada
Lei é insuficiente para um correto combate à especulação fundiária e para redução significativa nos preços dos terrenos de SP
Com facilidades e isenções de impostos, parte significativa de 240 mil imóveis na capital paulista não foi destinada ao interesse social, como era previsto
Passei o final de semana lendo histórias emocionantes de jovens PPI (pretos, pardos e indígenas) e brancos, cotistas em universidades públicas.
Nos últimos anos, São Paulo está passando por uma importante transformação: a criação de condições para promover a mobilidade ativa. Como o mais populoso município brasileiro é naturalmente laboratório e exemplo de uma nova agenda de desenvolvimento local, o interesse sobre o fato vai muito além do direito de seus 12 milhões de habitantes a uma vida digna. O mesmo vale para a responsabilidade de enfrentar esse desafio.
Tamanha incoerência provoca insegurança jurídica entre empreendedores
Novo zoneamento trará verticalização nos bairros, trânsito e mais emissões
Justiça de SP deveria paralisar o processo, que nem sequer tem um mapa
Sem apresentar estratégia urbanística, objetivo é promover o setor imobiliário
Há um caminho legal para a preservação de todos os lugares de interesse cultural e afetivo que ainda restam na cidade
Não se trata simplesmente de recriar o Ministério das Cidades e o Conselho Nacional das Cidades, mas de criar novas estruturas institucionais
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